Inicialmente como instrumento de protesto contra o machismo. Mas a harmonia de suas formas fez deste traje um companheiro indispensável das executivas.
A crise desencadeada pela Primeira Guerra Mundial provocou mudanças importantes na moda. A escassez de matéria prima fez com que materiais, que eram considerados acabamentos, como o crepe-da-china, passassem a ser considerados tecidos nobres.
As mulheres começaram a usar calças compridas, suéteres e boleros.
O tailleur, que se popularizou a partir da segunda metade da década de 30, ganhou ombros estruturados e quadrados. A atriz Marlene Dietrich foi uma das primeiras a aderir ao terninho. Fez uma aparição pública usando a peça, foi aplaudida por muitos e claro,
criticada pro outros.
Coco Chanel, grande ícone da moda, criou roupas práticas e adequadas para o trabalho aproximando o vestuário feminino das tendencias do guarda roupa masculino. Foi ela que popularizou o conjunto e seus modelos de tweed, que se tornou sua marca registrada. Depois de muitos anos de experimentação ela chegou a formula perfeita: Casaco sem colarinho, com bolsos, forro de seda combinando com a blusa, botões joia e o corte perfeito.
As jaquetas muitas vezes tinham guarnição de trança ( no barrado dos terno é colocada uma correntinha para que o caimento da peça fique perfeito), botões metálicos e mangas embutidos, que deixou uma aparência elegante e sofisticada.
O processo de aceitação do tailleur foi popularizado por celebridades como Audrey Hepburn , Grace Kelly e Jacqueli Kennedy Onasis, e fez sua marca na história .
A peça pode ser usada tanto em ocasiões formais quanto casuais nas mais diversas combinações.





















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